Pequenas porções de ilusão ..

"I can resist everything, except temptation"


I’ve been locked inside your heart-shaped box for weeks

I’ve been locked inside your heart-shaped box for weeks

Queria até que pudesses me verÉs parte ainda do que me faz forteE, pra ser honesto,Só um pouquinho infeliz…
(Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei)

Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz…

(Acho que estou gostando de alguém

E é de ti que não me esquecerei)

Reblogged from forever90s
You sit there in your heartache waiting on some beautiful boy to save you from your old ways you play forgiveness watch it now- here he comes. He doesn’t look a thing like Jesus but he talks like a gentlemen like you imagined when you were young.

You sit there in your heartache waiting on some beautiful boy to save you from your old ways you play forgiveness watch it now- here he comes. He doesn’t look a thing like Jesus but he talks like a gentlemen like you imagined when you were young.

(via lovecutekiss)


Reblogged from jimsbitch
De todos aqueles dias seguintes, só guardei três gostos na boca - de vodca, de lágrima e de café. O de vodca, sem água nem limão ou suco de laranja, vodca pura, transparente, meio viscosa, durante as noites em que chegava em casa e, sem Ana, sentava no sofá para beber no último copo de cristal que sobrara de uma briga. O gosto de lágrimas chegava nas madrugadas, quando conseguia me arrastar da sala para o quarto e me jogava na cama grande, sem Ana, cujos lençóis não troquei durante muito tempo porque ainda guardavam o cheiro dela, e então me batia e gemia arranhando as paredes com as unhas, abraçava os travesseiros como se fossem o corpo dela, e chorava e chorava e chorava até dormir sonos de pedra sem sonhos. O gosto de café sem açúcar acompanhava manhãs de ressaca e tardes na agência, entre textos de publicidade e sustos a cada vez que o telefone tocava. Porque no meio dos restos dos gostos de vodca, lágrima e café, entre as pontadas na cabeça, o nojo da boca do estômago e os olhos inchados, principalmente às sextas-feiras, pouco antes de desabarem sobre mim aqueles sábados e domingos nunca mais com Ana, vinha a certeza de que, de repente, bem normal, alguém diria telefone-para-você e do outro lado da linha aquela voz conhecida diria sinto-falta-quero-voltar. Isso nunca aconteceu.

De todos aqueles dias seguintes, só guardei três gostos na boca - de vodca, de lágrima e de café. O de vodca, sem água nem limão ou suco de laranja, vodca pura, transparente, meio viscosa, durante as noites em que chegava em casa e, sem Ana, sentava no sofá para beber no último copo de cristal que sobrara de uma briga. O gosto de lágrimas chegava nas madrugadas, quando conseguia me arrastar da sala para o quarto e me jogava na cama grande, sem Ana, cujos lençóis não troquei durante muito tempo porque ainda guardavam o cheiro dela, e então me batia e gemia arranhando as paredes com as unhas, abraçava os travesseiros como se fossem o corpo dela, e chorava e chorava e chorava até dormir sonos de pedra sem sonhos. O gosto de café sem açúcar acompanhava manhãs de ressaca e tardes na agência, entre textos de publicidade e sustos a cada vez que o telefone tocava. Porque no meio dos restos dos gostos de vodca, lágrima e café, entre as pontadas na cabeça, o nojo da boca do estômago e os olhos inchados, principalmente às sextas-feiras, pouco antes de desabarem sobre mim aqueles sábados e domingos nunca mais com Ana, vinha a certeza de que, de repente, bem normal, alguém diria telefone-para-você e do outro lado da linha aquela voz conhecida diria sinto-falta-quero-voltar. Isso nunca aconteceu.

Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.Uma de suas amigas já se foiQuando mais uma ocorrência policialNinguém entende, não me olhe assimCom este semblante de bom-samaritanoCumprindo o seu dever, como se eu fosse doenteComo se toda essa dor fosse diferente, ou inexistenteNada existe pra mim, não tenteVocê não sabe e não entende

Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi
Quando mais uma ocorrência policial
Ninguém entende, não me olhe assim
Com este semblante de bom-samaritano
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente
Nada existe pra mim, não tente
Você não sabe e não entende

Que você saiba cortar os anzóis quando o mar ainda der pé. Seria uma pena se você se afogasse por só mais um peixe bonito.
Yeah, that’s right…that’s right, baby, i…i am a sagittarius

Yeah, that’s right…that’s right, baby, i…i am a sagittarius

Eu sou o disco que você não quer mais ouvir, sabendo que vai doer, sabendo que é sobre você…

Eu sou o disco que você não quer mais ouvir, sabendo que vai doer, sabendo que é sobre você…